Mostrar mensagens com a etiqueta origens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta origens. Mostrar todas as mensagens

Não sei como, nem onde os meus pais se conheceram.

Só sei que o meu pai, teria casamento arranjado com uma prima, como era normal na altura, para manter a fortuna na família; mas nem um nem outro queriam cumprir os desejos dos pais.

Sei que namoravam quando o meu pai embarcou para Moçambique, para lutar ou preservar a paz em Téte, estavam no ano de 1970.

Volta em 1972, e casam-se a 2 ou 4 de Dezembro desse ano! Durante a longura, mandavam cartas e fotos queridinhas um ao outro, trocando estórias e noticias...

Outros tempos...

Vão viver para casa da minha avó Maria, mãe do meu pai, logo Sogra da minha mãe!! Não é que se dessem mal, mas lembro-me de ouvir a minha mãe dizer que não foram tempos fáceis, porque não era a sua casa. Agora entendo o que quer dizer!

Sou saloia até à sétima geração...

...ou sei que o sou há duas gerações pelo menos.

De minha avó materna, Angélica de Jesus Carvalho, só sei que nasceu na aldeia de Almoçageme em 1908. Foi caseira no Convento dos Capuchos onde nasceram os meus tios e minha mãe, a última de seis, Maria Beatriz de Jesus Faria.

Maria Vitória Baleia Bruno, mãe do meu pai, nasceu no lugar de Almorquim, nos vales profundos a caminho de Mafra. O meu pai, o último de três irmãos, Miguel Baleia Bruno, vem a nascer em Alvarinhos, São João das Lampas.

Dos meus avôs, nada sei, se não, como morreram! Por isso, e como não fazem parte das minha memórias, não vou lembrar de coisas que foram memórias de outros!